Voz do Amapá

Acusado de matar médico com paulada tem pena reduzida por ter confessado crime

Ernandi Pereira dos Santos foi condenado a 12 anos e 9 meses de prisão em regime fechado

Acusado de matar médico com paulada tem pena reduzida por ter confessado crime

28/02/24

REDAÇÃO

Foi condenado a 12 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, na noite desta terça-feira (27), em júri popular, Ernandi Pereira dos Santos, de 25 anos, acusado de matar depois de agredir com uma paulada na cabeça o médico Jailson de Amorim Mariano, de 31 anos. 

A princípio, Ernandi Pereira foi condenado pela juíza Lívia Freitas, que presidiu o júri, a 14 anos e três meses de prisão por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Porém, como o réu confessou o crime a pena foi reduzida. 

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O médico Jailson de Amorim Mariano. Foto: reprodução

O acusado foi ainda condenado a pagar indenização de R$ 30 mil à viúva do médico. Ernandi já está no Iapen desde setembro de 2022, quando foi preso em Afuá (PA), após ser considerado foragido.

O julgamento iniciou às 8h e durou cerca de 12h, no Fórum de Macapá. Foram ouvidas cinco testemunhas de acusação, uma da assistência da acusação e uma da defesa. 

O crime bárbaro ocorreu em 24 de julho de 2022, durante uma briga generalizada no distrito do Lontra da Pedreira, zona rural de Macapá. A vítima morreu uma semana depois da agressão, em decorrência dos traumas na região da cabeça.

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Ernandi Pereira foi preso no Pará, após ser considerado foragido. Foto: PC-AP

Conforme testemunhas, o médico Jailson de Amorim Mariano estava com a família desembarcando no balneário do Lontra, para ir embora para casa, quando um homem apareceu alterado.

Esse homem teria tentado agredir o cunhado de Jailson, que revidou com um empurrão que o fez cair. Então teria se iniciado a confusão generalizada, resultando nas agressões a pauladas no médico. Além dele, outros familiares também foram feridos por outras pessoas. Segundo os familiares, a vítima e os agressores não se conheciam.

Foto de capa: TJAP/Divulgação

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