Amapá: Lojas de roupa e empregos falsos eram fachada para esquema criminoso
O esquema foi identificado durante a Operação Midas Reverso.
Uma organização criminosa investigada por envolvimento com o comércio ilegal de entorpecentes usava lojas de roupas e moda praia, empregos fictícios, contas de terceiros e transferências via Pix para movimentar recursos no Amapá e no Pará, segundo a Polícia Civil.
O esquema foi identificado durante a Operação Midas Reverso. Até o momento, oito pessoas foram presas: cinco mulheres e três homens.
A investigação começou após a prisão de um jovem de 23 anos no bairro Ipê, em Macapá. Com ele, a polícia encontrou substâncias ilícitas e armas de fogo.
Segundo a Polícia Civil, a análise de celulares e outros materiais ajudou a identificar a estrutura do grupo, suspeito de ligação com uma organização criminosa de alcance nacional.
Os investigados são suspeitos de envolvimento em crimes relacionados ao comércio ilegal de entorpecentes, associação criminosa, ocultação de recursos e posse irregular de armas.



