Brasil: Justiça proíbe uso de cropped e legging como uniforme para frentistas
Segundo a juíza responsável, a obrigatoriedade do uniforme gera “constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio".

Você já viu frentistas trabalhando de legging e blusas coladas ao corpo? Pois essa ainda é a realidade em alguns postos do país. Mas, no Recife, a Justiça do Trabalho decidiu que um posto de combustíveis deve parar imediatamente de exigir esse tipo de vestimenta das funcionárias.
Segundo a juíza responsável, a obrigatoriedade do uniforme gera “constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio”, colocando as trabalhadoras em situação de exposição indevida.
A ação foi movida pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Pernambuco. O advogado Sérgio da Silva Pessoa conta que a denúncia começou por outro motivo: uma funcionária procurou o sindicato para relatar falta de recolhimento do FGTS. Durante a conversa, ela revelou também que sua saúde mental estava abalada por ser obrigada a trabalhar com roupas justas e consideradas inadequadas para o ambiente.


