Caixa preta: PF apura se Furlan monitorava ilegalmente Flavio Dino, Randolfe e Davi. Ex-prefeito nega acusações
A suspeita integra uma apuração sobre uma possível “milícia digital” que atuaria no Amapá.

Fotos: Internet/Divulgação
A Polícia Federal investiga se o ex-prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), monitorou ilegalmente o ministro do STF Flávio Dino e os senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues.
A suspeita integra uma apuração sobre uma possível “milícia digital” que atuaria no Amapá. Segundo a investigação, o grupo teria utilizado recursos públicos para financiar ações nas redes sociais, incluindo monitoramento de adversários políticos, ataques virtuais e produção de conteúdo favorável ao então gestor.
De acordo com informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, a PF analisa contratos, pagamentos a influenciadores digitais e movimentações financeiras que podem ultrapassar R$ 25 milhões.
A tensão entre Furlan e Dino aumentou após o ministro determinar o afastamento do então prefeito por 60 dias, no âmbito de investigações sobre supostas fraudes em licitações e desvios de recursos da saúde no Hospital Geral Municipal.
Em nota, Furlan negou irregularidades e afirmou repudiar práticas relacionadas à disseminação de desinformação e ataques virtuais.
📌 Informações: Folha de S.Paulo


