Caso Furlan: Julgamento é adiado; Defensoria poderá atuar na nova sessão do dia 22
O TRE determinou que a defesa indique outro advogado em até 48 horas

A procuradora regional eleitoral Sarah Cavalcanti questionou o adiamento do julgamento do recurso que pode tornar o ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan (PSD), inelegível por suposto abuso de poder nas eleições de 2024.
A sessão do TRE-AP foi suspensa após a defesa apresentar, sob sigilo, um laudo médico informando o afastamento da advogada responsável pelo caso por 10 dias. Durante o julgamento, Sarah Cavalcanti informou que solicitou acesso ao documento, mas o pedido não foi atendido. A procuradora também destacou que o escritório da defesa possui outros advogados habilitados, o que, na avaliação do Ministério Público Eleitoral, permitiria a continuidade da sessão.
Sarah ainda alertou que novos adiamentos podem comprometer a efetividade de uma eventual decisão da Justiça Eleitoral. O processo voltou à pauta por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), após pedido do Ministério Público Eleitoral diante da demora na tramitação.
O julgamento foi remarcado para 22 de julho. O TRE determinou que a defesa indique outro advogado em até 48 horas. Caso isso não ocorra, a Defensoria Pública da União (DPU), que já foi intimada, deverá realizar a sustentação oral para garantir a realização da sessão.
Acesse nosso instagram: @vozdoamapaoficial


