Decisão sofrida: Furlan avalia renúncia enquanto Clécio cresce
Analistas políticos tucujus já começam a fazer contas sobre as vantagens e desvantagens de o prefeito Furlan disputar o Governo do Estado nas eleições deste ano.

Foto: Emanuelle Gomes/PMM | Max Renê/GEA
Analistas políticos tucujus já começam a fazer contas sobre as vantagens e desvantagens de o prefeito Furlan disputar o Governo do Estado nas eleições deste ano.
Com o crescimento de Clécio nas pesquisas e a aprovação do governo, que ultrapassa os 78 pontos, analistas avaliam que Furlan está diante de uma decisão delicada e estratégica.
Para concorrer, o prefeito precisará renunciar ao cargo no início de abril. Trata-se de um movimento de tudo ou nada: se entrar na disputa e for derrotado, ficará sem mandato.
Por outro lado, em caso de renúncia, a Prefeitura de Macapá passaria a ser comandada pelo vice-prefeito, Mário Neto. Figura ainda pouco conhecida do grande público, o vice não possui a mesma presença popular nem o contato direto com a população, marca registrada da gestão de Furlan.
Esse cenário já começa a gerar questionamentos entre eleitores. Parte da população se mostra reticente quanto à saída de Furlan para disputar o governo, temendo a mudança no comando da prefeitura.


