Voz do Amapá

ETs na Amazônia: Relatos de ‘aliens’ que atacavam moradores viram série da Netflix

Os episódios registrados em Colares levaram à criação da chamada Operação Prato, uma ação conduzida pelas Forças Armadas em 1977.

ETs na Amazônia: Relatos de ‘aliens’ que atacavam moradores viram série da Netflix

23/12/25

Imagem: reprodução de registro histórico
fonte: Viagem Passado / Threads

Fenômenos registrados na Amazônia na década de 1970 e que, à época, foram associados a supostos alienígenas voltaram a chamar a atenção do público após serem abordados no segundo episódio da série documental “Investigação Alienígena”, disponível na Netflix.

Naquele período, moradores do município de Colares, no Pará, relataram ter sido atingidos por feixes de luz vindos do céu, que teriam provocado mal-estar físico e, em alguns casos, ferimentos. Os episódios ficaram conhecidos entre ribeirinhos como “chupa-chupa” ou “luz vampira”.

Dona América Trindade, uma das pessoas que afirmam ter sido atingidas pelo fenômeno, relatou à produção do podcast “Operação Prato”, do jornal O Globo, as sensações vividas no momento do ocorrido:

“É tipo uma eletricidade. Vinha aquele frio, e depois daquele frio a gente ia ficando dormente. Se a gente não se espertasse, ele ia tomando conta da gente”, contou.

Os episódios registrados em Colares levaram à criação da chamada Operação Prato, uma ação conduzida pelas Forças Armadas em 1977, durante o regime militar, com o objetivo de investigar relatos de aparições de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) na região.

A série da Netflix é apresentada pelo jornalista investigativo norte-americano George Knapp, conhecido internacionalmente por suas reportagens sobre ufologia e por revelar, nos anos 1980, informações relacionadas à Área 51, base militar dos Estados Unidos cercada de teorias sobre OVNIs.

Na produção, Knapp volta o olhar para a Amazônia, com destaque para a Ilha de Colares. Segundo a série, moradores da região convivem há décadas com relatos de fenômenos considerados inexplicáveis. Além de Colares, a produção também menciona casos registrados nos municípios de Barcarena e Santa Bárbara, no Pará. 

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