Imposto do Pecado: Cigarros, bebidas e apostas devem encarecer em 2027 para desestimular o consumo. Você concorda?
A tributação será maior para produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Foto: Internet/Divulgação
Quem consome bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes ou faz apostas esportivas poderá pagar mais caro a partir de 2027. Isso porque o governo federal confirmou a implantação do Imposto Seletivo (IS), conhecido popularmente como “imposto do pecado”, que prevê uma tributação maior sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
A medida integra a reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional e também poderá atingir outros produtos, como refrigerantes. As alíquotas, porém, ainda não foram definidas.
Segundo o governo, a proposta busca desestimular o consumo desses itens e reduzir os impactos causados à saúde pública. Doenças relacionadas ao tabagismo geram um custo anual superior a R$ 150 bilhões ao país. Já o consumo de álcool custa cerca de R$ 18,8 bilhões por ano, entre gastos no Sistema Único de Saúde (SUS) e perdas de produtividade.
A expectativa é que as regras finais sejam definidas até a entrada em vigor da nova tributação, prevista para 2027.


