Macapá: Mãe diz que barrou aplicação de adrenalina na filha em hospital particular
Após questionar a médica plantonista, houve esclarecimento de que a medicação seria administrada por nebulização.

Uma mãe usou as redes sociais para fazer um alerta. Lívia Vitória relatou que levou o bebê, de oito meses, ao pronto atendimento de um hospital particular de Macapá após a criança apresentar tosse seca.
Segundo o relato, ao receber a receita médica, a mãe observou que constava a prescrição de adrenalina por via intravenosa. Após questionar a médica plantonista, houve esclarecimento de que a medicação seria administrada por nebulização, procedimento comumente utilizado para auxiliar na abertura das vias respiratórias.
De acordo com Lívia, o questionamento foi importante para evitar dúvidas quanto à forma de administração do medicamento. Especialistas explicam que a adrenalina por via intravenosa é indicada apenas em situações específicas e sob rigoroso controle médico, enquanto a forma inalatória pode ser utilizada em determinados quadros respiratórios e reações alérgicas.
Em dezembro do ano passado, um menino de seis anos morreu em Manaus após um episódio envolvendo a administração de adrenalina. O caso segue sob investigação e gerou alerta entre pais e profissionais de saúde em todo o país.
🎥 @liviavic_


