Voz do Amapá

Mais Médicos: Deputado federal do Amapá é eleito presidente da Comissão que analisará MP

65 médicos devem ser trazidos pelo programa para o Amapá

11/05/23

O deputado federal Dorinaldo Malafaia (PDT) foi eleito,  presidente da Comissão Mista que irá analisar a Medida Provisória 1.164, a MP do Mais Médicos. O vice-presidente da comissão será o senador Marcelo Castro (MDB-PI) e a relatora a senadora Zenaide Maia (PSD-RN). 

A articulação se deu por acordo com liderança do governo no Congresso Nacional, com destaque para o senador amapaense Randolfe Rodrigues (Rede) e do líder do PDT, o deputado André Figueiredo. Malafaia destacou que o programa é um dos mais exitosos do mundo em levar atendimento médico para os locais de mais difícil acesso e fixação do Brasil.

 “Quando o programa foi criado, em 2013, eu tive a oportunidade de levar alguns dos primeiros médicos para o arquipélago do Bailique. Quatorze dos dezesseis municípios amapaenses se inscreveram no programa atual e o Amapá deverá receber nos próximos meses 65 novos médicos. É uma diferença importante, é respeito com a saúde da população, especialmente a mais vulnerável”, declarou Dorinaldo.

 Durante a sessão, além de instalada a mesa da comissão mista, também foi aprovado o Plano de Trabalho, que prevê a realização de audiências públicas para posterior leitura e aprovação do relatório. Números e novidades O Governo Federal pretende investir mais R$ 700 milhões no programa em 2023 e outros R$ 3 bilhões em 2024 e 2025. 

Também está prevista uma segunda etapa do programa onde os municípios terão que participar com uma contrapartida. Uma diferença deste novo Mais Médicos é que haverá a possibilidade de que os médicos sigam sua formação acadêmica, com bolsas e programas de especialização e de mestrado. Essa foi uma medida para tentar fixar o médico no local de trabalho, já que cerca de 41% dos profissionais acabava abandonando o projeto.

Formação

 Pela proposta o programa vai seguir uma linha de prioridade nas efetivações: Diplomados no Brasil,  brasileiros formados no exterior e médicos estrangeiros, que em todo país,  demonstram maior disponibilidade para trabalhar nas regiões mais distantes do Brasil. 

 

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