MP-AP investiga impactos do rompimento de barragem de garimpo ilegal
Foram instaurados procedimentos para apuração dos danos ambientais nas promotorias de Pedra Branca e Porto Grande,

Fotos: GTA- Grupo Tático Aéreo/AP
O Ministério Público do Amapá (MP-AP) realizou uma reunião emergencial em Porto Grande para discutir os impactos do rompimento de uma barragem de garimpo ilegal no Rio Cupixi, que também afeta os rios Amapari e Araguari. O encontro reuniu promotores de Justiça e representantes de órgãos ambientais, de segurança e do poder público.
Foram instaurados procedimentos para apuração dos danos ambientais nas promotorias de Pedra Branca e Porto Grande, além de um inquérito civil na Promotoria de Justiça de Meio Ambiente e Conflitos Agrários de Macapá. O promotor Marcelo Moreira destacou a necessidade de monitorar as condições de trabalho no garimpo e alertou para os riscos da atividade ilegal tanto ao meio ambiente quanto aos trabalhadores.

Moradores do distrito de Cupixi notaram a mudança na coloração da água em 11 de fevereiro, sinalizando o desastre. Órgãos estaduais atuam na investigação e contenção dos danos. Segundo o Governo do Amapá (GEA), o rompimento foi causado pelo colapso de uma barragem de rejeitos de mineração ilegal.


