Mulheres relatam casos de assédio em transporte por aplicativo; saiba como se proteger
Circula nos grupos de WhatsApp uma denúncia sobre um homem que teria tentado beijar uma passageira.
A estudante Mariana (nome fictício), de 20 anos, viveu uma experiência assustadora durante uma viagem em carro de transporte por aplicativo para voltar da faculdade, no Centro de Macapá. No caminho, o motorista fez perguntas sobre a vida pessoal da moça, diminuiu a velocidade para manter a “conversa” e quis saber se havia alguém a esperando em casa.
Mariana percebeu a má intenção e, com medo, pediu para descer do carro antes de chegar ao destino, na Zona Oeste da cidade. Assim como Mariana, outras mulheres amapaenses relatam casos de assédio ou importunação durante viagens através de transporte por aplicativo, como Uber ou 99. Nos últimos dias, circula nos grupos de WhatsApp uma denúncia sobre um homem que teria tentado beijar uma passageira que seguia para o bairro Infraero, na Zona Norte.
Para ajudar as mulheres a se sentirem mais seguras, o Voz do Amapá reuniu algumas dicas que podem evitar transtornos.
* Sempre observar a nota que os passageiros atribuem ao profissional no aplicativo.
* Quando o carro chegar, observe se o motorista é o mesmo da fato e se o veículo e placa batem com os dados fornecidos pelo aplicativo. Se as informações não batem, não entre no carro;
* Compartilhe o trajeto da viagem com um amigo;
* Se a película do veículo for muito escura, peça para o motorista abrir a janela;
* Durante conversas com o motorista, não fale sobre sua vida pessoal;
* Em situações de emergência, tanto a Uber como a 99 oferecem opções para acionar o 190;
* Após a viagem, avalie o motorista e deixe comentários. Isso ajuda outras mulheres a se sentirem mais seguras.
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