Pesquisadores querem descobrir o segredo das onças da ilha do Maracá
Os pesquisadores, que são pai e filho, querem entender como as onças se proliferam em uma ilha costeira e como elas chegaram ali
Pesquisadores do Instituto Onça-Pintada (IOP), com sede em Goiás, iniciaram um estudo científico para entender como vivem os animais da Ilha das Onças, na Estação Ecológica de Maracá-Jipióca, a cerca de 6 quilômetros da costa, no município de Amapá.
Os pesquisadores, que são pai e filho, querem entender como as onças se proliferam em uma ilha costeira e como elas chegaram ali. “Este projeto pretende investigar como esta espécie se comporta em um ambiente com escassez de água doce e de presas terrestres, além de investigar o padrão de dispersão da espécie como forma de avaliar a viabilidade genética populacional em longo prazo na ilha”, explicam os pesquisadores do IOP.
O projeto vai proporcionar melhor compreensão do crescimento populacional da espécie em um local cercado pelo mar. “Para viabilização do estudo, estão sendo utilizadas armadilhas fotográficas e colares GPS”, apontam os pesquisadores.
As armadilhas fotográficas serão utilizadas para o monitoramento contínuo da população de onças-pintadas e suas presas. Para investigar o padrão de uso de habitat, área de vida, padrão de movimentação e dispersão serão capturadas e aparelhadas com coleiras GPS 10 onças-pintadas.
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