Pra não esquecer: Victorino e a escrava que cruzou a fronteira. Vamos mergulhar na história do Amapá?
O professor de História @profbruno_historia usa as redes sociais para falar sobre a história do Amapá.
O professor de História @profbruno_historia usa as redes sociais para falar sobre a história do Amapá e conta alguns fatos que muitos de nós, mesmo nascidos e criados em solo tucuju, não sabíamos!
Uma dos relatos é sobre um rapaz chamado Victorino, que nasceu em 1870. Os documentos apontam que, aos 18 anos, o jovem trabalhou para figuras históricas, como o médico Alexandre Vaz Tavares. Como muitas pessoas escravizadas, Victorino não teve os sobrenomes registrados.
Também há histórias de lutas. Uma delas conta sobre uma escrava que, mesmo grávida, fugiu de Caiena, na Guiana Francesa, rumo à região do Araguari, em 1780. Em território brasileiro, ela chegou a ser capturada pelos portugueses e teve a filha no hospital da então Vila de São José de Macapá. “Ela veio de canoa, em busca de liberdade. É pra gente pensar na vida dessas mulheres, que não queriam que seus filhos fossem escravizados”, narra o professor.
As histórias compartilhadas por Bruno ajudam a reconstruir partes esquecidas da nossa história, mostrando rostos, nomes e trajetórias que não costumam aparecer nos livros. São relatos que nos convidam a refletir sobre o passado e entender melhor o presente do Amapá.
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