Promessa e fé: Conheça a história do amapaense chamado Oceano Atlântico
A história começa em 1897, com o avô de Seu Oceano, o Moisés Nunes, que sobreviveu a um acidente marítimo enquanto viajava do Ceará ao Amapá.

Enzo? Pedro? Aqui, nada de nome comum! Aos 79 anos, Oceano Atlântico da Silveira Souza chama atenção por onde passa e não é só pelo nome diferente, mas pela história por trás da escolha incomum: uma promessa que atravessou gerações para ser cumprida.
A história começa em 1897, com o avô de Seu Oceano, o Moisés Nunes, que sobreviveu a um acidente marítimo enquanto viajava do Ceará ao Amapá. Em agradecimento pela sobrevivência, Moisés prometeu que batizaria o primeiro filho com o nome de Oceano Atlântico.
Mas quando o filho nasceu, um erro do cartório trocou os mares: o bebê acabou registrado como Oceano Pacífico. Anos depois, quando a filha de Moisés engravidou, surgiu uma nova chance de cumprir a promessa. O primeiro neto recebeu, finalmente, o nome prometido: Oceano Atlântico.
Hoje, ele diz que leva o nome com orgulho e lembra com carinho do avô. “Só não posso fazer besteira, porque todo mundo sabe quem eu sou, não é um nome tão comum!”, brinca.


