Sem o nome do pai: Amapá lidera ranking nacional de ausência paterna em registros
O percentual é quase o dobro da média nacional, que ficou em aproximadamente 6,9%.

O Amapá registrou, proporcionalmente, o maior índice do país de crianças nascidas em 2025 que tiveram a certidão de nascimento emitida somente com o nome da mãe.
Dados do Portal da Transparência do Registro Civil, compartilhados pelo @geografia.online, mostram que, dos 13.827 nascimentos registrados no estado no ano passado, 1.835 não tiveram o nome do pai na certidão, o equivalente a 13,27% do total.

O percentual é quase o dobro da média nacional, que ficou em aproximadamente 6,9%. Depois do Amapá aparecem Roraima, com 12,7%, e Acre, com 11,16%. Os três maiores índices do país estão na Região Norte.
Em Macapá, foram registrados 1.320 casos sem o nome do pai em 2025. Laranjal do Jari aparece com 90 registros, Santana com 86, Oiapoque com 60 e Mazagão com 51.
O levantamento considera como “pai ausente” o nascimento registrado somente em nome da mãe, ou seja, sem a identificação paterna na certidão.


