Voz do Amapá

Solidariedade: Para controlar crises, Léo precisa trocar aparelho fora do Amapá

Menino nasceu com múltiplas deficiências e toma remédios controlados

14/02/24

JÚLIO MIRAGAIA

O pequeno Leandro Henrique Carvalho de Mendonça, de 3 anos de idade, luta pela vida todos os dias. Quando nasceu, em setembro de 2020, foram dados a Léo, como é carinhosamente chamado, apenas 15 dias de vida. O menino tem múltiplas deficiências, toma medicamentos controlados e necessita realizar procedimentos de rotina fora do Amapá.

Leandro tinha um irmão gêmeo que faleceu na barriga da mãe, Samayra Carvalho, de 33 anos. O fato fez o bebê sobrevivente acabar engolindo partes do irmão morto, o que o levou a nascer com uma infecção grave.

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Léo e a mãe, Samayra: luta diária pela vida do menino

Samayra e Léo moram com a mãe no bairro do Araxá, em Macapá. Ela conta que desde o nascimento do filho teve que parar de trabalhar e trancou a faculdade de direito para se dedicar integralmente a Léo.

Entre as deficiências, a mãe conta que o menino tem microcefalia, paralisia cerebral, um tipo de refluxo urinário e uma epilepsia rara, chamada Síndrome de Wes. A condição urinária (um buraco na barriga de onde sai a urina) também leva a ter que trocar fraldas pelo menos 20 vezes ao dia.

"Toda a vida do Léo foi dentro dos hospitais. Ele tem um tipo de fenda aberta na sua boca. Usa um aparelho chamado VNS para controlar as crises. Ele tem muitas, mesmo usando remédios e esse aparelho. O mesmo precisa de carregamento a cada três meses. Com isso tem que viajar para Belém pois é mais perto", explica Samayra.

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Menino tem múltiplas deficiências e toma medicamentos controlados 

A mãe revelou ainda que descobriu ter um tumor e teve que realizar uma cirurgia para extrair metade dele depois de passar um ano com Léo em Recife onde a criança fez várias cirurgias e foi salva de uma infecção generalizada.

"Vou precisar fazer uma nova cirurgia, mas no momento precisamos viajar para fora do Amapá para cuidar do Léo. Conseguimos as passagens pelo TFD (Programa de Tratamento Fora de Domicílio). Hoje precisamos de ajuda para nos manter lá e o custo dele é muito alto", finalizou.

Mãe e filho farão agora o procedimento de manutenção do VNS e pedem apoio. Para isso, Samayra disponibiliza o pix: 96981122124 para doações.

Fotos e vídeo: arquivo pessoal

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